Cultura

Mostra de Cinema de São Paulo celebra meio século com homenagem a James Gray

A 50ª edição da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo acontece de 15 a 29 de outubro com 380 filmes de 93 países e homenagem ao cineasta James Gray. A programação inclui duas exposições, lançamentos de livros, shows, debates e atividades infantis.

A Mostra Internacional de Cinema de São Paulo chega aos 50 anos em grande estilo. Entre 15 e 29 de outubro, a capital paulista será ocupada por uma série de eventos que extrapolam as salas de exibição tradicionais, espalhando-se por diversos espaços culturais. A programação traz 380 filmes de 93 países, consolidando o festival como um dos mais importantes do cinema mundial.

O grande destaque desta edição comemorativa é a homenagem ao cineasta James Gray, que receberá o Prêmio Leon Cakoff e terá uma retrospectiva de sua obra. Gray assinou o cartaz oficial da mostra e participará de uma conversa com o público no dia 15 de outubro, ao lado do diretor Walter Salles, na Sala Petrobras, instalada este ano no Solar Fábio Prado. Entre os filmes em destaque estão Amor Possível (Leão de Prata em Veneza), Fjord (Palma de Ouro em Cannes) e o documentário Musk, além do brasileiro Feito Pipa, indicado para concorrer ao Oscar.

Além das exibições, a celebração dos 50 anos inclui duas exposições: Tempo e Movimento, que apresenta a história do festival no Solar Fábio Prado, e STEPS, com 60 fotografias inéditas de Abbas Kiarostami no Museu da Imagem e do Som. Há ainda lançamentos de dois livros sobre a mostra, um site interativo preservando a memória do festival com informações de mais de 11 mil filmes já exibidos, e o Encontro de Ideias Audiovisuais, reunindo agentes do mercado audiovisual nacional e internacional.

A programação infantojuvenil Mostrinha exibirá 20 longas e um curta, com destaque para Clarice Vê Estrelas, de Letícia Pires. O festival também promove shows, incluindo um cine-concerto com André Abujamra sobre as vinhetas da mostra, e uma exibição especial do clássico Aurora, de F.W. Murnau, restaurado e acompanhado pela Orquestra Jazz Sinfônica.

Com informações da Agência Brasil.

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