Uma operação da Receita Federal apreendeu 150 motos elétricas irregulares avaliadas em aproximadamente R$ 1,2 milhão na noite desta quarta-feira (3), na Região Metropolitana de Fortaleza. Os veículos, de origem chinesa, não possuíam documentação que comprovasse a entrada regular no Brasil.
A ação ocorreu no anel viário da BR-116 e também no bairro Siqueira, em Fortaleza, com apoio da Polícia Civil do Ceará (PCCE), Polícia Federal (PF) e Polícia Rodoviária Federal (PRF).
Carga saiu de São Paulo e seguia para o Piauí
Segundo informações da Receita Federal, a carga tinha saído de São Paulo e tinha como destino final a cidade de Teresina, no Piauí.
As motos eram transportadas dentro do baú de um caminhão, misturadas a outras mercadorias que possuíam documentação regular.
Após monitoramento e acompanhamento do veículo, as equipes conseguiram interceptar o caminhão em Itaitinga, na Região Metropolitana de Fortaleza.
Motos elétricas estavam sem comprovação de importação regular
De acordo com a Receita Federal, os veículos apreendidos não apresentavam comprovação de importação legal para o território nacional.
A suspeita é de que as motocicletas tenham ingressado no país de forma irregular, o que motivou a retenção imediata da carga durante a fiscalização.
O valor estimado das motos apreendidas é de R$ 1,2 milhão.
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Investigação busca identificar responsáveis
Apesar da apreensão da carga, ninguém foi preso durante a operação.
A Receita Federal informou que as investigações continuam para identificar os responsáveis pelo transporte das motocicletas e possíveis envolvidos na cadeia de comercialização dos produtos.
A apuração também deverá esclarecer a origem exata da mercadoria e o destino final da carga apreendida.
Fiscalização tem reforçado combate ao contrabando
A apreensão faz parte das ações de combate ao contrabando, descaminho e entrada irregular de mercadorias no Brasil.
Nos últimos meses, órgãos de fiscalização têm intensificado operações nas rodovias federais que cruzam o Ceará, principalmente em rotas utilizadas para transporte de cargas vindas de outros estados.
A Receita Federal não informou qual seria a empresa destinatária dos veículos nem se a carga estava vinculada a algum estabelecimento comercial.
