A Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa) está em alerta máximo contra a dengue. Com o crescimento no número de casos em diversas cidades cearenses, a pasta intensifica as orientações à população sobre como eliminar os criadouros do mosquito Aedes aegypti, responsável pela transmissão da dengue, zika e chikungunya.
O principal foco de atenção são as residências, onde está concentrada a maioria dos focos do mosquito. A orientação é clara: eliminar qualquer acúmulo de água parada. Vasos de plantas, pneus velhos, garrafas vazias, calhas entupidas e caixas d’água sem tampa são os principais vilões. Esses locais podem se tornar criadouros do Aedes em questão de dias.
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Ações de combate no estado
Para enfrentar o avanço da doença, a Sesa trabalha em conjunto com as prefeituras cearenses. As ações incluem aplicação de fumacê nas cidades com maior número de casos, treinamento de equipes de saúde para atendimento adequado aos pacientes e suporte aos planos de contingência municipais. A secretaria também pede que a população receba os agentes de combate às endemias, que visitam as casas para inspeções e orientações.
Números preocupam
Até esta sexta-feira (10), o Ceará já registrou 6.114 casos confirmados de dengue. O aumento está concentrado principalmente nas regiões Norte, Litoral Leste e Vale do Jaguaribe. Os dados estão disponíveis na plataforma IntegraSUS, sistema de transparência da Sesa.
Os sintomas da dengue incluem febre alta, dor de cabeça intensa, dor atrás dos olhos, dores no corpo e articulações, manchas vermelhas pelo corpo, náuseas e vômitos. Ao apresentar esses sinais, a recomendação é procurar imediatamente uma unidade de saúde para avaliação médica.






