O monitoramento climático mais recente aponta probabilidade de 37% para o retorno de um El Niño de intensidade muito forte no segundo semestre de 2026. O fenômeno, caso se confirme, pode trazer períodos prolongados de seca, calor extremo e irregularidade nas chuvas para o Nordeste brasileiro, incluindo o Ceará.
Para a saúde pública, as consequências de um El Niño forte são significativas. O aumento das temperaturas favorece a proliferação do mosquito Aedes aegypti, vetor da dengue, zika e chikungunya. Além disso, a falta de água em regiões já vulneráveis pode agravar doenças relacionadas ao saneamento precário.
O que fazer
As autoridades de saúde do Ceará recomendam que a população reforce os cuidados com armazenamento de água, evite acúmulo de água parada e mantenha a vacinação em dia. A Funceme e o INMET estão monitorando o desenvolvimento do fenômeno e devem divulgar atualizações ao longo do mês.
