A Prefeitura de Fortaleza prepara seis grandes obras viárias para tentar solucionar os problemas de trânsito em pontos críticos da cidade. O pacote inclui a construção de quatro viadutos e dois túneis em diferentes bairros da capital.
Segundo a Secretaria Municipal da Infraestrutura (Seinf), todos os projetos estão em fase de estudos para desapropriações nas áreas onde serão erguidas as estruturas. O objetivo é reduzir congestionamentos e melhorar o tempo de deslocamento dos fortalezenses.
Quais são as obras previstas
Entre as intervenções planejadas estão: viaduto no Complexo Parangaba, na Avenida Senador Fernandes Távora sobre a Américo Barreira, próximo ao Terminal da Lagoa; viaduto na Rua Monsenhor Catão com a Avenida Antônio Sales, com melhorias no entorno da Estação do VLT; viaduto ligando as avenidas Fernandes Távora e Augusto dos Anjos; e viaduto conectando o Conjunto Ceará à Jurema.
Já os túneis serão construídos no cruzamento da Avenida Aguanambi com a Domingos Olímpio, no José Bonifácio, e na interseção das avenidas Bernardo Manuel e Silas Munguba.
Túnel do José Bonifácio já tem licitação
O projeto do túnel entre as avenidas Aguanambi e Domingos Olímpio está mais adiantado. A Prefeitura já abriu licitação para contratar a empresa responsável pela elaboração do projeto e execução da obra, com valor máximo de R$ 43,2 milhões.
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A Aguanambi permanecerá em nível, enquanto o fluxo da Domingos Olímpio passará por baixo. A intervenção ocupará cerca de 23,8 mil metros quadrados, com vão livre médio de 5,5 metros de altura.
Desapropriações em andamento
No Complexo Parangaba, a obra do viaduto na Fernandes Távora sobre a Américo Barreira deve atingir aproximadamente 55,6 mil metros quadrados nos bairros Parangaba e Jóquei Clube. Imóveis na confluência das avenidas Gomes Brasil, Fernandes Távora, Américo Barreira e Augusto dos Anjos estão no perímetro de desapropriação.
Equipes da Seinf realizam levantamentos topográficos e abordagens sociais com moradores e comerciantes das áreas afetadas. Decretos municipais já delimitam os espaços de interesse e impedem novas construções nos locais previstos para as intervenções.






