Opinião

Opinião: São João e identidade nordestina — por que celebrar é também um ato político

Opinião: São João e identidade nordestina — por que celebrar é também um ato político
Opinião: São João e identidade nordestina — por que celebrar é também um ato político (Foto: IA/ChatGPT)

Junho chega e com ele o perfume de milho, o barulho dos fogos e a alegria contagiante do São João. Para muitos cearenses, é apenas uma festa. Para quem entende de cultura e identidade, é muito mais do que isso.

Festejar o São João é um ato de resistência simbólica. É dizer ao Brasil e ao mundo que o Nordeste existe, pulsa e tem orgulho de suas raízes. Num país que ainda associa o interior nordestino à seca e à pobreza, a festa junina é a resposta mais eloquente: somos mais do que nossa história de escassez.

Fortaleza e o São João

Em Fortaleza, o São João ganhou novos contornos nos últimos anos. Saiu dos quintais, ocupou praças, arraiás e espaços culturais. A quadrilha deixou de ser folclore e virou arte competitiva de alto nível. Os jovens voltaram a usar chapéu de palha sem vergonha — e isso, por si só, é uma vitória cultural.

Que junho de 2026 seja de muita festa, muita sanfona e muito orgulho nordestino.

Por Redação Se Liga Fortal

 

Redação Se Liga Fortal
Redação Se Liga Fortal Redação

O Se Liga Fortal chega para contar as histórias que impactam a vida dos fortalezenses e dos cearenses, com uma cobertura dinâmica, plural e conectada às transformações da sociedade. Envie sua pauta para: redacao@seligafortal.com.br.

Nossa missão é produzir jornalismo de qualidade, com credibilidade, agilidade e compromisso com a informação, valorizando os fatos que movimentam Fortaleza, o Ceará e o Brasil.

Veja também