Após os resultados do primeiro turno da eleição presidencial, o candidato Renan Santos (Missão), que obteve 2,67 milhões de votos (2,24% dos válidos), anunciou que não apoiará nenhum dos dois candidatos que avançaram para o segundo turno. Em transmissão ao vivo, o quarto colocado foi contundente: afirmou que Flávio Bolsonaro “já ganhou” e sugeriu aos seus eleitores que votem em quem desejarem, sem fazer recomendações pessoais.
Por sua vez, o PSD, partido do quinto colocado Ronald Caiado (2,60 milhões de votos), adotou estratégia diversa. O presidente da legenda, Gilberto Kassab, informou em nota que cada diretório estadual terá liberdade para definir seu apoio no pleito entre Luiz Inácio Lula da Silva (45,16%) e Flávio Bolsonaro (47,03%) no próximo dia 25 de outubro. A decisão reconhece a “diversidade de cenários eleitorais” enfrentados nos estados.
Os votos combinados de Renan e Caiado somam 5,2 milhões, número que supera significativamente a diferença de 2,22 milhões de votos que separa os dois finalistas. Essa margem explica o interesse de ambas as campanhas em conquistar apoios nas próximas semanas. Caiado, por sua vez, manteve tom estratégico ao afirmar que “caiu de pé” na disputa e que manterá “coerência” em suas futuras decisões.
Com informações da Agência Brasil.


