O pão carioquinha, um dos queridinhos dos cearenses no café da manhã, ficou 5% mais caro em Fortaleza. O reajuste atinge as padarias da capital e deve ser sentido pelos consumidores nos próximos dias.
Segundo a Associação Brasileira da Indústria da Panificação (Abip), o aumento é reflexo direto da alta no preço do trigo importado e da escalada nos custos de insumos essenciais para a produção, com destaque para a energia elétrica. A combinação desses fatores pressionou a cadeia produtiva e tornou o reajuste inevitável.
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Alex Martins, presidente da Abip e proprietário de padaria em Fortaleza, confirmou que a entidade já está orientando os estabelecimentos filiados sobre o novo patamar de preços. A estratégia recomendada é diluir o impacto do aumento distribuindo o reajuste também em outros produtos, como pizzas e salgados.
“Se aumentar em excesso, vamos perder cliente e isso não queremos”, alertou Martins. A preocupação do setor é manter a competitividade sem afastar o consumidor, que já enfrenta pressão inflacionária em diversos itens da cesta básica.






