Merendeiras, cozinheiras e manipuladoras de alimentos das escolas municipais de Fortaleza realizam assembleia geral nesta quarta-feira (data), às 17h30, na sede do Seeaconce. Em pauta, a possibilidade de deflagrar greve para cobrar da Prefeitura o pagamento do adicional de insalubridade.
A reivindicação ganha força porque profissionais que exercem as mesmas funções na rede estadual de ensino já recebem o benefício. “As trabalhadoras da rede estadual já conquistaram o adicional de insalubridade, mas quem atua nas escolas municipais de Fortaleza segue sem receber esse direito”, destaca Josenias Gomes, presidente do sindicato da categoria.
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A mobilização não é recente. As trabalhadoras terceirizadas já realizaram diversas manifestações, incluindo um grande ato no dia 20 de agosto, quando saíram do Centro em direção ao Paço Municipal. Na ocasião, uma comissão foi recebida pela gestão municipal, mas as negociações não avançaram.
Diante do impasse, a categoria agora avalia medidas mais drásticas. A assembleia desta quarta-feira deve definir os próximos passos da luta pelo reconhecimento das condições insalubres de trabalho e o pagamento do adicional previsto em lei.






