A segunda-feira (7) de setembro movimentou a campanha presidencial com agendas diversas espalhadas pelo país. Os candidatos aproveitaram o feriado da Independência do Brasil para participar de atos públicos, conceder entrevistas e apresentar propostas aos eleitores. Entre os destaques, questões relacionadas à segurança pública, reforma do Poder Judiciário e direitos trabalhistas dominaram os discursos.
Na Avenida Paulista, em São Paulo, palco de diversos atos, Flávio Bolsonaro (PL) criticou ministros do Supremo Tribunal Federal e prometeu resgatar a credibilidade do Judiciário. O candidato defendeu classificação de facções criminosas como narcoterroristas, redução da maioridade penal e pena de oito anos para roubo de celular. Romeu Zema (Novo) também esteve no local e propôs mudanças na indicação de ministros, sugerindo preferência por candidatos com mais de 60 anos e formação acadêmica sólida. Clariana Barão (DC) participou do mesmo ato e enfatizou a importância de maior representação feminina em cargos públicos, citando dados sobre redução de corrupção e maior lucratividade em empresas lideradas por mulheres.
Outras regiões também registraram movimentação de candidatos. Em Goiânia, Ronaldo Caiado (PSD) acompanhou o desfile da Independência e reforçou sua campanha contra o crime organizado. Augusto Cury (Avante) marcou presença em Copacabana, Rio de Janeiro, com promessas de microcrédito para empreendedores. Por outro lado, Hertz Dias (PSTU) e Rui Costa Pimenta (PCO) participaram do Grito dos Excluídos em defesa de direitos trabalhistas e reforma econômica. Samara Martins (UP) visitou Belém para discutir soberania nacional, enquanto Edmilson Costa (PCB) cumpriu agenda institucional em Lisboa. Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não teve agenda pública neste dia.
Com informações da Agência Brasil.




