Saúde

São Paulo inicia campanha de multivacinação em 645 municípios na segunda-feira

O estado de São Paulo lança na próxima segunda-feira (3) a Campanha de Multivacinação em todos os 645 municípios, com foco em menores de 15 anos. A ação também alcançará pessoas de 6 meses a 59 anos em São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo para reforçar a vacinação contra o sarampo.

São Paulo dará início, na próxima segunda-feira (3), à Campanha de Multivacinação em todos os 645 municípios do estado. A mobilização é direcionada principalmente a menores de 15 anos, com o objetivo de atualizar a caderneta de vacinação e aumentar a cobertura imunológica. Nas cidades de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo, a ação será ampliada para todas as pessoas de 6 meses a 59 anos, com ênfase especial no reforço à vacinação contra o sarampo.

A Secretaria de Estado da Saúde recomenda que pais e responsáveis levem crianças e adolescentes aos postos de vacinação portando a caderneta de vacinação, para que as equipes verifiquem as doses indicadas conforme a faixa etária e o histórico vacinal de cada um. Durante a campanha serão disponibilizadas 16 tipos de imunizantes, entre eles BCG, hepatite A e B, pentavalente, poliomielite, rotavírus, pneumocócica, meningocócica, influenza, Covid-19, febre amarela, tríplice viral, varicela, DTP e HPV.

A intensificação da campanha ocorre em resposta ao aumento de casos de sarampo no estado. Nesta quinta-feira (30), o Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE) confirmou o 15º caso da doença em 2026, registrado em Guarulhos em uma criança sem histórico de vacinação. Dados preliminares indicam que a cobertura da primeira dose da tríplice viral atinge apenas 77,5% e a segunda dose 65,5% no estado, enquanto o Ministério da Saúde estabelece como meta 95% para cada uma das doses. “A atualização da caderneta é fundamental para proteger crianças e adolescentes contra doenças imunopreveníveis. Diante do cenário do sarampo, a estratégia ampliada nos três municípios busca aumentar rapidamente a proteção da população e reduzir o risco de transmissão”, afirma Tatiana Lang, diretora do CVE.

Com informações da Agência Brasil.

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