O Rio Cello, maior festival de violoncelos do país, democratiza a música clássica ao abrir sua 32ª edição com apresentações gratuitas espalhadas por diferentes espaços urbanos do Rio de Janeiro. Entre os dias 8 e 16 de setembro, a programação leva arte para o Museu da República, Espaço Cenáculo, Casa Museu Eva Klabin, Igreja de Nossa Senhora da Candelária e Sala Cecília Meireles, reafirmando a vocação do festival de transformar a cidade em palco vivo.
O concerto de abertura, neste sábado, apresentará a dançarina Chris Cecconelo em homenagem a Tom Jobim e Vinícius de Moraes, acompanhada pelo cellista Lui Coimbra em sua estreia no festival. A apresentação reunirá ainda violinistas, grupos corais e a regência do maestro Jonas Hammar, estabelecendo o tom poético que marca a edição. Duas novidades animam os organizadores: o Cello Kids, programa dedicado às crianças, e a celebração dos 20 anos do Cello Dance, que saiu dos teatros para ocupar metrôs, praças e palcos ao ar livre.
O encerramento será marcante, com o retorno à dança de Bettina Dalcanale, primeira solista do Theatro Municipal nos anos 90. Aos 64 anos e após 15 anos longe dos palcos, a bailarina retorna para interpretar O Canto do Cisne Negro, de Heitor Villa-Lobos, nos jardins do Museu da República. Criado há 32 anos pelo cellista inglês David Chew, o festival já levou música de concerto a mais de 500 mil pessoas, com 10 mil artistas participando de apresentações em mais de 500 locais do Brasil.
Com informações da Agência Brasil.


