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Mais de 140 observadores internacionais chegam ao Brasil para fiscalizar eleições de outubro

Delegações de sete organizações internacionais já estão no país para monitorar a integridade do processo eleitoral brasileiro. Entre elas estão OEA, União Europeia e The Carter Center, com especialistas em diversos aspectos da administração eleitoral.

Mais de 140 observadores de sete organizações internacionais já se encontram em solo brasileiro para acompanhar as eleições deste domingo (4). As delegações foram formalmente convidadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para monitorar a preparação, votação e apuração, avaliando a integridade, eficácia operacional e cumprimento das normas eleitorais. As instituições participantes são: Organização dos Estados Americanos (OEA), Parlamento do Mercosul (Parlasul), União Europeia, Liga dos Estados Árabes (LEA), Rede dos Órgãos Jurisdicionais e de Administração Eleitoral dos Países de Língua Portuguesa (Roaje-CPLP), União Interamericana de Organismos Eleitorais (Uniore) e Rede Mundial de Justiça Eleitoral (RMJE).

A Missão de Observação Eleitoral da OEA é a maior delegação, com 91 observadores de 23 países que atuarão em 20 estados e no Distrito Federal. Liderada pelo ex-secretário-geral da organização, José Miguel Insulza, a missão reúne especialistas em logística eleitoral, tecnologia, justiça eleitoral, financiamento político, violência, campanhas e mídia digital. Já o Parlasul, que chegou em 29 de setembro, afirmou que sua atuação terá caráter técnico, neutro e não intervencionista, respeitando a soberania nacional e a legislação brasileira. The Carter Center também está representado, com uma delegação de cinco membros liderada pela consultora sênior Jennie Lincoln, focando em tecnologia eleitoral, marco jurídico e educação do eleitor.

Além das organizações internacionais convidadas formalmente, entidades nacionais da sociedade civil também foram credenciadas para atuar como observadoras eleitorais. Entre elas estão o Transparência Eleitoral Brasil, a Associação Nacional das Defensoras e Defensores Públicos (Anadep) e a Universidade Federal da Integração Latino-Americana. Segundo The Carter Center, a presença dessas missões busca fortalecer a transparência do processo e ajudar os brasileiros a avaliar a integridade das eleições.

Com informações da Agência Brasil.

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